Único campeão da história da Copa Libertadores da América feminina, o Santos entra em campo nesta segunda-feira (14) para iniciar sua trajetória em busca do tricampeonato, na terceira edição da competição sediada em 2011 em São José dos Campos. O adversário será o Caracas, da Venezuela, às 18 horas no Estádio Martins Pereira.
Ao contrário dos anos anteriores, o time da Baixada Santista não deve encontrar facilidades. Isso porque o clube já não conta mais com estrelas como as experientes Marta e Cristiane. O protagonismo do Santos já pôde ser ofuscado na última Copa do Brasil, quando a equipe caiu nas quartas de final, para o Foz Catarata - em 2010, a equipe viu o Duque de Caxias levar o título do torneio.
O time do Rio de Janeiro, aliás, deve ser o principal adversário do Santos na Libertadores. No domingo, o Duque estreou com goleada de 4 a 0 sobre o Sport Girls do Peru e assumiu a ponta do Grupo A. O outro representante brasileiro na competição, o São José entra em campo na terça-feira para enfrentar a LDU do Equador.
Lideradas por Erika, Ester e Maurine, as santistas encaram as atuais campeãs venezuelanas para também tentar largar na frente no Grupo B, que ainda conta com Nacional do Uruguai e Gerimex da Bolívia. Os times se enfrentam apenas uma vez na primeira fase, que se encerra em 21 de novembro. Os primeiros de cada chave e ainda o segundo melhor colocado avançam para as semifinais.
Fonte: http://www.cenariomt.com.br
E hoje tem jogo pela W-LEAGUE.
O Seattle Sounders Women time de Hope Solo, Alex Morgan, Sidney Leroux e CIA LTDA, entra em campo hoje as 7:30 (hora de Seattle), 23h30, hora de Brasília contra o University of Washington.
Transmissão ao vivo pelo site US Live On Unation
Site do time: www.sounderswomen.com/home/622851.html
Enow Ngachu, técnico Camarões, disse que "o pior é ter que jogar contra a Marta e a Cristiane"
Foto: Ulisses Neto/Especial para Terra
A Seleção Brasileira de futebol feminino também pode comemorar o fato de ter caído em um grupo relativamente tranquilo nos Jogos de Londres 2012. Assim como o time masculino, a equipe do técnico Jorge Barcellos vai enfrentar adversárias de menor expressão na primeira fase do torneio.
No grupo A da competição, as brasileiras estreiam no dia 25 de julho em Cardiff, no País de Gales, contra Camarões. A equipe permanece na capital galesa para a partida contra a Nova Zelândia, no dia 28. O último jogo da primeira fase será contra a Grã-Bretanha, no tradicional Estádio Wembley, no dia 31 de julho.
Se para o Brasil a missão de se classificar para a sequência da competição pode parecer menos dura, para as adversárias a presença do time de Marta e Cristiane no grupo pode complicar muito a situação.
A atacante da equipe britânica, Kelly Smith, não escondeu o desapontamento de pegar o Brasil logo na primeira fase. "Poderíamos ter tido mais sorte", brincou. A técnica da equipe, contudo, acredita que seu time terá grandes chances de se classificar.
"O Brasil certamente é o time mais duro do grupo. Elas sempre conseguem ir longe nas grandes competições", disse Hope Powell. "Já enfrentamos a Nova Zelância na Copa do Mundo e foi uma partida bem dura. Camarões é uma incógnita", declarou.
O técnico da pouco conhecida seleção de Camarões, Enow Ngachu, lamentou o fato de ter caído no mesmo grupo do Brasil. "O pior não é jogar contra o Brasil. O pior é ter que jogar contra a Marta e a Cristiane", disse aos risos em entrevista ao Terra.
No entanto, Ngachu afirmou que o torneio será uma excelente oportunidade para aprender com o futebol brasileiro. E não descartou a possibilidade de surpreender as adversárias mais experientes.
"É um grupo difícil para nós, com a presença do Brasil e outras seleções bastante rodadas, como a Nova Zelândia. Enfrentar jogadoras desse nível será muito entusiasmante para as minhas atletas. Estaremos em Londres para aprender e ganhar experiência para nos tornarmos os melhores não só da África, mas também do mundo", afirmou.
O técnico da seleção de Camarões, que conseguiu eliminar a favorita Nigéria no Pré-Olímpico, declarou ainda ter admiração especial pelas brasileiras. "Nós torcemos para o Brasil, na verdade. Durante a última Copa do Mundo estavamos torcendo para elas e agora teremos a chance de enfrentá-las."
"Neste tipo de competição você não pode escolher o grupo que vai cair. Mas é claro que eu não queria o Brasil na nossa chave. Só que elas estão lá, o que eu posso fazer? Se a gente conseguir um empate já estará ótimo, mas vamos ver o que a gente consegue. Viemos para ganhar experiência, mas se surpreendermos algum adversário também será bom", completou.
Fonte: http://esportes.terra.com.br - Ulisses Neto - Direto de Londres
A Seleção Brasileira feminina de futebol teve sorte no sorteio que definiu as chaves da primeira fase dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Na mesma chave que a anfitriã Grã-Bretanha, a equipe comandada pelo técnico Jorge Barcellos estreia contra Camarões.
Além das donas da casa e da equipe africana, o time que será comandado por Marta enfrentará ainda a Nova Zelândia. A chave mais difícil acabou sendo o Grupo G, que terá as fortes França e Estados Unidos e ainda conta com Colômbia e Coreia do Norte.
A equipe verde e amarela estreia contra Camarões, no dia 25 de julho, em Cardiff. Na segunda partida, as brasileiras encaram a anfitriã Grã-Bretanha, novamente em Cardiff. A Seleção encerra sua participação na primeira fase contra a Nova Zelândia, em Coventry.
Caso passe em primeiro no grupo, Marta e companhia pegarão um dos melhores terceiros colocados. Se ficar em segundo, o Brasil enfrenta o segundo do grupo F, que conta com Japão, Canadá, Suécia e África do Sul. O time verde e amarelo tem ainda chances de classificar como um dos melhores terceiros colocados.
Confira os grupos no site do Terra.
Fonte: Terra.com.br
A jogadora Erika, do Centro Olímpico e da Seleção Brasileira feminina de futebol, afirmou nesta segunda-feira que considera o Japão a equipe a ser batida nos Jogos de Londres. Para a atleta, o time asiático, campeão da Copa do Mundo em 2011, estará na final da Olimpíada invariavelmente, e os brasileiros precisam dar mais valor à medalha de prata.
"Agora o Japão está sendo top. Como a gente brincou, está sendo o Barcelona feminino. Elas são perfeitas, a cultura é assim", comentou Erika em entrevista ao Terra, nesta segunda-feira. "No Brasil é meio largado, vai de qualquer jeito, apresenta duas convocações antes e já vai para Olimpíada. Elas não. Com certeza estarão na final olímpica", previu.
Nos Jogos de Pequim 2008, o Brasil perdeu para os Estados Unidos e voltou para a casa com a medalha de prata. Segundo Erika, o público não costuma dar o verdadeiro valor para a conquista da segunda colocação.
"Na Seleção é sempre mais puxado do que em treinamentos no clube. Até porque tem obrigação enorme de trazer o ouro. Fomos vice(em Pequim) e quem no Brasil gostou? Ninguém. É chato, quando você fala em medalha, todo mundo pensa só no ouro. Por que não medalha de prata? As coisas acontecem, mas no Brasil nada é reconhecido", avaliou.
Também presente nos estúdios do Terra, a jogadora Maurine afirmou que não vê a hora de entrar em campo pela Seleção na Olimpíada. A atleta disse que espera chegar ao pódio ao final dos Jogos.
"(Estou) bastante ansiosa, pensando em trabalhar cada vez mais e pensando nesse objetivo, que é conquistar medalha", disse.
Legenda da foto: Para Erika (centro), brasileiros precisam valorizar a medalha olímpica de prata
Foto: Fernando Pilatos/Divulgação
Fonte: http://esportes.terra.com.br 16/04/2012
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